Rumores recentes apontam que a CD Projekt Red está desenvolvendo um RPG de ação cooperativo ambientado no universo de The Witcher, com foco em PC e dispositivos móveis e mecânicas de personagem customizável.
Quais são as principais características anunciadas?
Segundo a reportagem da MP1st, o projeto ainda não tem nome oficial, mas já se conhece alguns detalhes:
- Formato free‑to‑play, com monetização baseada em microtransações estéticas e passes de temporada.
- Modo cooperativo online para até quatro jogadores, permitindo que grupos de caçadores de monstros completem contratos simultaneamente.
- Criação completa de avatar: raça, classe, habilidades e aparência visual.
- Ambientação em uma era anterior ao período de Geralt, quando os bruxos eram mais numerosos.
- Plataformas alvo: PC (Steam) e smartphones (iOS/Android). Versão para consoles ainda não confirmada.
Como o novo Witcher se compara a outros RPGs cooperativos?
| Jogo | Plataformas | Modelo de negócio | Co‑op máximo | Customização de personagem |
|---|---|---|---|---|
| The Witcher Co‑op RPG (rumor) | PC, mobile | Free‑to‑play | 4 jogadores | Sim, total |
| Monster Hunter: World | PC, PS4, Xbox One | Premium (pay‑to‑play) | 4 jogadores | Limitada (armas e armaduras) |
| Diablo IV | PC, PS5, Xbox Series X/S | Premium + microtransações | 4 jogadores | Sim, habilidades e visual |
| Genshin Impact | PC, mobile, console | Free‑to‑play | Co‑op limitado (4) | Sim, personagens predefinidos |
O destaque do rumor é a combinação de um universo narrativo rico (The Witcher) com a liberdade de criar seu próprio bruxo, algo ainda ausente nos títulos citados.
Qual o papel da Scopely nesse projeto?
Em 2025, a CD Projekt Red firmou um acordo com a Scopely, empresa californiana especializada em jogos mobile‑first. A parceria sugere que a estratégia de monetização será alinhada ao modelo free‑to‑play típico da Scopely, com foco em eventos sazonais, skins e passes de batalha. Não há confirmação de que a Scopely esteja desenvolvendo o jogo, mas sua experiência em títulos como Star Trek Fleet Command indica que pode estar fornecendo suporte de backend e serviços de live‑ops.
Quais são os riscos e oportunidades para a CD Projekt Red?
Desenvolver um título free‑to‑play representa um risco para um estúdio conhecido por jogos premium, como The Witcher 3: Wild Hunt. A mudança de modelo pode gerar críticas da comunidade, especialmente se a monetização for percebida como invasiva. Por outro lado, abrir o universo a um público mobile amplia drasticamente a base de jogadores e cria fontes de receita recorrente, algo que a CD Projekt Red ainda não explorou.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Jogadores hardcore de The Witcher: se o foco for fidelidade ao lore e combate profundo, ainda é cedo para garantir que o projeto atenderá às expectativas. Acompanhe as próximas divulgações antes de investir tempo.
Fans de co‑op casual: a proposta de um RPG free‑to‑play com partidas curtas e foco em contratos pode ser atraente, principalmente se houver suporte sólido para dispositivos móveis.
Desenvolvedores indie: observar a parceria CD Projekt Red + Scopely pode servir de case study sobre como grandes estúdios entram no mercado mobile sem sacrificar a identidade da franquia.
O que falta saber
Até o momento, não há informações sobre:
- Data de lançamento ou janela de produção.
- Engine utilizada (possível Unreal Engine 5 ou Unity).
- Detalhes de gameplay além de combate baseado em bloqueio e contra‑ataque.
- Política de cross‑play entre PC e mobile.
Esses pontos serão cruciais para definir se o título será um sucesso de nicho ou um pilar permanente da franquia The Witcher.
Qual escolher
Se você prefere uma experiência premium com narrativa profunda, aguarde por futuros anúncios da CD Projekt Red. Caso busque um RPG cooperativo acessível, com foco em ação rápida e personalização, o rumor do Witcher Co‑op RPG já demonstra potencial para se tornar a escolha ideal, desde que a monetização seja equilibrada.


