VIVIZ assinou contrato exclusivo com a agência UNCORE e, enquanto as negociações sobre o uso do nome do grupo ainda não foram concluídas, a possibilidade de um rebranding já está em pauta.
A decisão de mudar de nome pode impactar diretamente a forma como os fãs brasileiros acompanham lançamentos, eventos e merchandising. A seguir, analisamos os dois caminhos possíveis: manter a identidade VIVIZ ou adotar um novo nome sob a gestão da UNCORE.
Continuar como VIVIZ
Manter a marca VIVIZ traz vantagens claras para quem já acompanha o trio desde a formação em 2022, após a saída da agência anterior.
- Reconhecimento de marca: O nome VIVIZ já possui presença consolidada nas plataformas de streaming, redes sociais e nas playlists de K‑pop.
- Fidelidade dos fãs: O público brasileiro desenvolveu um vínculo emocional com a identidade visual, coreografias e o storytelling associado ao grupo.
- Facilidade de marketing: Campanhas promocionais podem reutilizar o acervo visual e audiovisual já existente, reduzindo custos de produção.
Entretanto, a manutenção do nome depende da resolução de questões contratuais com a antiga agência. Caso o impasse persista, a UNCORE pode enfrentar obstáculos legais ao usar a marca VIVIZ em lançamentos futuros.
Promover sob novo nome
Optar por um rebranding permite à UNCORE definir uma identidade própria, livre de disputas jurídicas.
- Liberdade criativa: Um novo nome abre espaço para conceitos visuais e narrativos que reflitam a visão da agência.
- Posicionamento de mercado: A UNCORE pode alinhar o branding ao seu portfólio, como o boy group CLOSE YOUR EYES, criando sinergias entre os artistas.
- Renovação de interesse: Um rebranding bem executado costuma gerar curiosidade e cobertura da mídia, potencializando o alcance internacional.
Por outro lado, a mudança traz riscos de confusão entre os fãs, perda de tráfego orgânico e a necessidade de reconstruir a presença nas plataformas de música e redes sociais.
Comparativo de prós e contras
| Critério | Manter VIVIZ | Rebrand (novo nome) |
|---|---|---|
| Reconhecimento imediato | Alto – já estabelecido no mercado | Baixo – exige construção de identidade |
| Risco legal | Elevado – depende de acordo com a agência anterior | Baixo – nova marca livre de ônus |
| Engajamento de fãs | Consistente – público já familiarizado | Incerto – pode gerar curiosidade ou desinteresse |
| Custo de marketing | Moderado – reutiliza assets existentes | Alto – necessidade de criar logo, visual, campanha |
| Flexibilidade criativa | Limitada – vinculada à história VIVIZ | Ampla – nova narrativa pode ser construída do zero |
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Para os fãs que priorizam a continuidade da discografia e a familiaridade visual, a manutenção do nome VIVIZ ainda é a escolha mais segura, desde que a UNCORE consiga um acordo definitivo. Já os seguidores que acompanham o K‑pop por curiosidade e novidades podem se interessar pelo rebranding, que promete uma estética renovada e oportunidades de colaborações inéditas dentro do ecossistema da UNCORE.
Do ponto de vista da própria agência, a estratégia ideal pode ser um soft launch: lançar o próximo single com o nome VIVIZ para garantir tráfego, enquanto simultaneamente introduz elementos de branding que apontem para a futura identidade. Essa abordagem reduz o choque para o público e cria um caminho de transição mais natural.
Enquanto as negociações avançam, a UNCORE ainda não divulgou data oficial para o anúncio do nome definitivo ou dos próximos lançamentos. Fique atento às redes oficiais da agência e aos perfis dos membros – Eunha, SinB e Umji – para não perder nenhuma atualização.
O que falta saber
Até o momento, não há confirmação de quando o contrato com a UNCORE entrará em vigor nem de quais serão os termos exatos da distribuição musical. A agência também não detalhou se haverá apoio adicional para produção de videoclipes, turnês ou merchandising. Essas informações são cruciais para avaliar o impacto econômico e cultural da mudança, especialmente no cenário brasileiro, onde o K‑pop tem ganhado espaço em eventos como a CCXP e em comunidades de fanclubs.
Em resumo, a situação ainda está em aberto, mas a decisão entre manter VIVIZ ou adotar um novo nome definirá o futuro da carreira do trio no Brasil e no mundo.


