TL;DR: The Witcher 3: Remastered chega em 29 de setembro, trazendo gráficos mais nítidos, combate mais fluido, árvore de habilidades repaginada e inclui as duas expansões originais.
O que muda no visual?
Se você ainda acha que o motor gráfico de 2015 parece um filtro do Instagram, vai se animar. A CD Projekt Red prometeu texturas de alta resolução, iluminação global aprimorada e sombras mais realistas. O céu parece realmente skybox de outro planeta, e até a grama tem mais detalhes que o seu avatar de Minecraft.
Combatendo monstros: o que foi reequilibrado?
O combate já era bom, mas agora tem mais "punch". Os desenvolvedores falaram de "reimagined" skill tree – ou seja, a árvore de habilidades foi reorganizada, permitindo builds mais criativos sem precisar de planilhas de Excel. Além disso, as animações de ataque foram suavizadas, e os efeitos de sangue (sim, aquele splash que faz a gente dizer "gore?") estão mais visíveis.
Comparativo: Original vs Remaster
| Aspecto | The Witcher 3 (2015) | The Witcher 3: Remastered (2024) |
|---|---|---|
| Resolução padrão | 1080p | 4K (até 60fps em consoles de última geração) |
| Iluminação | Iluminação estática + sombras básicas | Iluminação global dinâmica, sombras em tempo real |
| Árvore de habilidades | Original, porém confusa para builds avançados | Reorganizada, com ramos mais claros e opções de customização |
| Performance | Estável, mas com quedas em áreas densas | Otimizada para SSD, carregamentos quase instantâneos |
| Expansões incluídas | Compradas separadamente | hearts of stone e blood and wine vêm no pacote |
Vale a pena comprar o pacote completo?
Se você ainda não tem The Witcher 3, o remaster pode ser a porta de entrada mais atraente. O preço (ainda não confirmado) deve ser competitivo, já que inclui as duas DLCs que, juntas, adicionam cerca de 30 horas de conteúdo. Para quem já possui a versão original, a decisão depende do quanto você valoriza gráficos 4K e a árvore de habilidades revisada.
Pra quem cada versão faz sentido
- Novatos: Começar direto no Remastered garante a melhor experiência visual e evita a compra separada das expansões.
- Veteranos: Se o seu PC já roda a versão de 2015 sem stress, talvez espere por um eventual “upgrade patch” ou compre a edição “Game of the Year” que já inclui as DLCs.
- Colecionadores: O Remaster chega em discos físicos (quando disponíveis) e pode vir com artebook digital – um item de bragging rights para a estante.
Vereditos: o melhor pra cada perfil
Resumindo a confusão: se você tem um monitor 4k ou um console de última geração, o Remaster é quase obrigatório. Se o seu setup ainda está nos tempos de 1080p e você tem a versão original rodando liso, a diferença visual pode não justificar o gasto extra.
Para quem curte mergulhar nas histórias de Geralt, ter as duas expansões incluídas já é um baita bônus. E se você tem preguiça de ficar esperando por patches, o remaster chega pronto para jogar, sem precisar de ajustes.
O que falta saber
A CD Projekt Red ainda não revelou detalhes sobre preço, disponibilidade de edições físicas ou se haverá conteúdo pós‑lançamento. Também não há confirmação oficial sobre suporte a mods na versão remasterizada – algo que a comunidade de PC valoriza muito.
Fique de olho nas próximas semanas: anúncios de preço, data de pré‑venda e possíveis bundles com merchandising da série da Netflix podem mudar o panorama.
FAQ
- Quando sai The Witcher 3: Remastered? O lançamento está marcado para 29 de setembro.
- O remaster inclui as DLCs? Sim, Hearts of Stone e Blood and Wine vêm no pacote.
- Preciso de um PC potente para rodar em 4K? Para 4K a 60fps, recomenda‑se uma GPU da série rtx 3000 ou equivalente.


