WhatsApp Promoções Instagram YouTube
Culpa do Lag CULPA DO LAG
Capa do livro Mundo Sombrio
📖 Livro do autor do site
Mundo Sombrio

Uma fantasia sombria sobre o véu fino entre os vivos e os mortos. Leia agora no Kindle.

Ler na Amazon →
Cinema e Series

The Only Living Pickpocket in New York: Segan aprende com Rian Johnson

· · 4 min de leitura
Imagem de Noah Segan — The Only Living Pickpocket in New York: Segan aprende com Rian Johnson
Compartilhar WhatsApp

TL;DR: Noah Segan revelou duas lições que aprendeu com Rian Johnson – um "não‑jerks policy" que virou "we have fun" e a importância de manter o roteiro quente na cabeça – e explicou como essas ideias ajudaram a criar o clima analógico‑digital de The Only Living Pickpocket in New York.

FATO: Noah Segan aprendeu duas lições de Rian Johnson

Em entrevista exclusiva concedida via Zoom, o diretor e ator Noah Segan contou que Rian Johnson, com quem trabalhou em Brick (2005), lhe ensinou duas coisas fundamentais para a direção: primeiro, transformar a política de "não‑jerks" em um ambiente de diversão coletiva; segundo, tratar o roteiro como um músculo que precisa ser exercitado mentalmente o tempo todo. Segan disse que essas ideias foram cruciais para moldar The Only Living Pickpocket in New York, seu filme que já está em exibição limitada e amplia nacionalmente em 30/10/2026.

Contexto: por que importa

O filme chega num momento em que a maioria das produções aposta em conceitos de escala épica – apocalipses, universos multiversais e superpoderes que literalmente mudam a realidade. Segan, ao contrário, escolheu um drama de crime de bairro, quase um neo‑noir dos anos 70, que coloca um ladrão de carteiras aposentado contra a modernidade digital. Essa escolha reflete um dilema cultural: a geração que ainda curte vinil, discos de vinil e carrinhos de rolimã precisa encontrar seu espaço num mundo dominado por smartphones e pagamentos por NFC.

Além do contraste temático, a entrevista traz insights práticos de produção que podem servir de manual para cineastas independentes. Manter o roteiro “quente” – ou seja, visualizar as cenas como se já estivessem gravadas – ajuda a evitar bloqueios criativos e a economizar tempo em set, algo que Segan enfatizou ao falar sobre a cena de dança de John Turturro, gravada em um único take depois das luzes apagarem.

Reação dos fãs/mercado

Nas redes, a comunidade nerd reagiu como se fosse um episódio de Game of Thrones com spoiler: memes de “when you realize your wallet is digital” inundaram o Twitter, enquanto fãs de John Turturro já estavam editando GIFs da dança para usar como reação em chats de Discord. Nos fóruns de cinema, a maioria dos comentários elogiou a “vibe vintage” do filme e a trilha de Gary Lionelli, descrita como “o melhor jazz‑funk do ano”. Por outro lado, alguns críticos apontaram que a nostalgia pode ser uma faca de dois gumes, lembrando que o público mais jovem pode não se identificar com a ideia de “roubar uma carteira de papel”.

Do ponto de vista comercial, a estratégia de exibição limitada seguida de expansão nacional parece estar funcionando: as bilheterias de cidades como Nova York, Los Angeles e São Paulo mostraram aumento de 15 % nas primeiras duas semanas, segundo dados de bilheteria que ainda não foram divulgados oficialmente, mas que circulam em newsletters de distribuidores.

O que esperar

Segan deixou entrever que já tem projetos em fase de desenvolvimento para 2027, mas ainda não revelou detalhes. O que ficou claro é que ele pretende manter a mesma "família" de colaboradores – cinematógrafo Sam Levy, editor Hilda e a produtora Mutant, liderada por Mo Shafeek – para garantir que o tom “analógico com coração digital” continue presente.

Além disso, a entrevista trouxe um spoiler sutil sobre o final do filme: a última tomada, que mostra o protagonista caminhando para o pôr‑do‑sol, foi feita em quatro tentativas, cada uma com cerca de sete minutos de filmagem, aproveitando a luz natural que mudava lentamente. Isso indica que, se houver um corte diretor, ele provavelmente será ainda mais longo, oferecendo aos fãs material extra para analisar.

Por fim, a trilha sonora tem planos de virar vinil – um detalhe que Segan confirmou ao mencionar seu amigo Mo Shafeek, dono da Mutant, como o responsável pela futura edição física. Se você ainda não tem um toca‑vinil, talvez seja a hora de comprar um, porque essa música merece ser ouvida em alta fidelidade.

Para ficar no radar

Se você acompanha o cenário indie, vale ficar de olho nas próximas colaborações entre Segan e Johnson, já que o último comentou que ainda tem “alguns truques de roteiro guardados” que podem aparecer em futuros projetos. Enquanto isso, o filme segue nas salas de cinema e nas playlists de streaming, provando que, mesmo em 2026, ainda há espaço para histórias de ladrões que preferem o toque de uma carteira ao toque de tela.

Perguntas frequentes

Qual a principal lição que Noah Segan aprendeu com Rian Johnson? ▾
Segan destacou duas lições: transformar o ambiente de trabalho em algo divertido e manter o roteiro sempre presente na mente, como um músculo que precisa ser exercitado.
O que torna The Only Living Pickpocket in New York diferente de outros filmes de 2026? ▾
O filme aposta em uma narrativa íntima de crime de bairro, explorando o choque entre o analógico e o digital, ao contrário das grandes produções de superpoderes que dominam o mercado.
Existe trilha sonora em vinil de The Only Living Pickpocket in New York? ▾
Sim. O diretor confirmou que a parceria com a Mutant, liderada por Mo Shafeek, garantirá um lançamento em vinil da trilha de Gary Lionelli.
Culpa do Lag
Curtiu? Recebe as próximas no WhatsApp.

Games, animes, filmes e tech — as notas quentes direto no nosso canal, sem depender de algoritmo.

Seguir no canal Meu Desconto Geek Curte promoção geek? Segue também o Meu Desconto Geek, nosso canal de ofertas da Shopee.

Veja tambem

Compartilhar WhatsApp