TL;DR: The Detectorist Guild chega em 2027 para PS5, xbox series, Switch e PC, trazendo um RPG de detetive tranquilo ambientado em 1999 na vila inglesa de Shiverly.
O que aconteceu
A editora PQube e a desenvolvedora Full Stop Studios anunciaram oficialmente The Detectorist Guild, um RPG de baixa pressão que combina investigação, exploração e a paixão por encontrar objetos enterrados. O jogo será disponibilizado nas principais plataformas — PlayStation 5, Xbox Series, Nintendo Switch e PC via Steam — com lançamento previsto para o início de 2027.
Situado em Shiverly, uma pitoresca vila de Yorkshire no final da década de 1990, o jogador controla James, um entusiasta de detectores de metal que ajuda os moradores a reencontrar itens perdidos, ao mesmo tempo que desvenda um mistério mais profundo que liga o passado da comunidade ao presente.
Recursos principais
- Detecção realista – Controle de frequência, balanceamento de solo e sensibilidade para uma experiência autêntica.
- Ambientação nostálgica – Campos verdes, casas de pedra e trilhas rurais que remetem ao Reino Unido dos anos 90.
- Mistério e descoberta – Combine pistas dos moradores com o banco de dados da delegacia para revelar segredos enterrados.
- Coleta significativa – Doe relíquias ao museu local ou venda-as no empório da vila para melhorar seu equipamento.
- Progressão tranquila – Missões leves, foco em exploração e personalização ao invés de combate intenso.
- Visual 2.5D – Estilo retro‑moderno que mistura pixels e voxels, desenvolvido pela empresa Experience.
O trailer de anúncio já está disponível, mostrando a atmosfera serena da vila, a mecânica de detecção detalhada e um vislumbre da trama sombria que se desenvolve conforme James aprofunda suas escavações.
Como chegamos aqui
Full Stop Studios tem um histórico de projetos indie focados em narrativas intimistas, mas The Detectorist Guild representa sua primeira incursão em um cenário rural britânico com mecânicas de coleta avançadas. A parceria com a PQube, conhecida por publicar títulos de nicho com apelo cultural, permitiu que o desenvolvimento fosse financiado e que o jogo recebesse suporte de marketing internacional.
O conceito nasceu de um hobby do diretor criativo, que coleciona detectores de metal nas férias no interior da Inglaterra. A ideia de transformar essa paixão em um jogo foi refinada ao longo de dois anos de prototipagem, durante os quais a equipe focou em reproduzir fielmente o som e a sensação de um detector de metal real, incluindo ajustes de frequência e balanceamento de solo.
Ao escolher 1999 como ano de referência, os desenvolvedores quiseram capturar a transição cultural entre o fim do milênio e a era digital emergente, oferecendo ao jogador uma sensação de nostalgia sem perder a relevância contemporânea. A ambientação em Yorkshire foi selecionada por seu contraste entre paisagens bucólicas e uma rica história arqueológica, proporcionando um terreno fértil para histórias de artefatos perdidos.
O que vem depois
Com o lançamento marcado para o início de 2027, a expectativa é que The Detectorist Guild atraia tanto fãs de RPGs leves quanto entusiastas de detecção de metais e história local. A PQube ainda não confirmou datas exatas de pré‑venda ou edições especiais, mas prometeu atualizações regulares nas redes sociais e nos fóruns da comunidade.
Além do lançamento principal, a desenvolvedora planeja introduzir conteúdo adicional que expanda a história da família de James e revele novos segredos da vila. Também está em discussão a possibilidade de eventos sazonais dentro do jogo, como caças de tesouros temáticas para o Halloween ou o Natal.
Para quem já está curioso, o primeiro conjunto de screenshots está disponível na galeria oficial, e o trailer completo pode ser assistido na página de anúncio.
Para ficar no radar
Embora ainda não haja preço definido ou detalhes sobre edições físicas, alguns pontos merecem atenção dos jogadores que acompanham a notícia:
- Disponibilidade simultânea nas quatro plataformas, o que garante que a comunidade possa jogar juntos independentemente do console.
- Foco em jogabilidade “low‑pressure”, ideal para quem procura uma experiência relaxante sem a pressão de metas agressivas.
- Potencial de aprendizado histórico ao doar artefatos ao museu, que pode atrair educadores e curiosos de história.
- Estilo visual único que pode se tornar um marco para futuros jogos indie que buscam combinar pixel art com voxel.
Fique de olho nos canais oficiais da PQube e da Full Stop Studios para anúncios de data de lançamento, demos e possíveis pacotes de pré‑compra.


