Por que The Adventures of Elliot ainda faz a gente sentir aquele gostinho de nostalgia?
TL;DR: O título mistura homenagem aos clássicos da Square Enix com mecânicas próprias, resultando em uma aventura retro que agrada tanto quem ama Zelda quanto quem busca algo novo.
Se você ainda não deu uma olhada em The Adventures of Elliot: The Millennium Tales, está na hora de colocar o joystick em modo "retro". O game, lançado pela Square Enix, traz aquele visual HD‑2D que parece ter saído direto da era dos 16‑bits, mas com uma pegada de ação em tempo real que faz a diferença. Abaixo, listamos os pontos que fizeram a equipe do título escolher um caminho clássico – e que, no fim das contas, funcionam como um convite irresistível para quem curte uma boa dose de nostalgia.
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Uma narrativa que segue o roteiro clássico de herói
Desde o pedido do rei até o resgate da princesa amaldiçoada, a história de Elliot foi construída para lembrar as aventuras épicas da Square Enix, como Dragon Quest. A equipe admitiu que queria algo "quintessentially Square Enix", mas ainda assim inseriu pequenas subversões para manter o jogador alerta.
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HD‑2D como ponto de partida, não como fim
O visual pixelado não é só nostalgia por si só; ele foi escolhido para tornar a ação mais fluida e acessível. A escolha de um estilo HD‑2D permitiu que a equipe focasse em combate responsivo, sem precisar se preocupar com limitações técnicas de um motor 3D tradicional.
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Combate em tempo real ao invés de turn‑based
Apesar de o diretor Tomoya Asamo ter experiência em RPGs por turnos, a decisão foi clara: o jogo seria de ação. Isso elimina a necessidade de longas telas de seleção e mantém o ritmo parecido com o de The Legend of Zelda, algo que agrada quem prefere movimentos rápidos.
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Personagens que falam demais (e isso gera polêmica)
Faie, a fada, e a Princesa Heuria são bastante falantes – tanto que alguns jogadores reclamaram que eles "falam demais". A resposta da Square Enix? Um patch que permite silenciar ou reduzir o diálogo, mostrando que a equipe escuta a comunidade.
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co‑op local para reviver a era dos controles divididos
Em tempos de jogos online, o modo de dois‑jogadores local foi incluído como um ato de esperança: oferecer uma experiência cooperativa que lembra as sessões de sofá dos anos 90, especialmente quando o mundo real parece um pouco sombrio.
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Construção de mundo em quatro eras distintas
Philabieldia, o continente onde a história se desenrola, foi dividido em quatro períodos – Budding, Magic, Reconstruction e Safekeeping – cada um com sua própria estética e desafios, reforçando a sensação de progressão histórica dentro do jogo.
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Influências claras, mas sem cópias descaradas
Os desenvolvedores citam Legend of Mana como inspiração, mas adicionam elementos próprios como o controle da fada Faie e a mecânica de viagem no tempo. O resultado é um híbrido que honra o passado sem se tornar uma simples imitação.
O que ainda falta saber?
Até o momento, a Square Enix não confirmou planos concretos para uma sequência, mas mantém a porta aberta para futuros projetos caso a comunidade continue a apoiar o título. Enquanto isso, o jogo está disponível nas principais plataformas – Nintendo Switch 2, PS5, PC e Xbox Series X/S – garantindo que todo mundo possa experimentar essa dose de nostalgia.
Se você ainda não se aventurou em Philabieldia, a combinação de história clássica, combate ágil e visual HD‑2D faz de The Adventures of Elliot uma escolha segura para quem busca reviver os bons tempos sem abrir mão de novidades.
FAQ
- O jogo é totalmente em português? Sim, o título recebeu dublagem e legendas em português brasileiro, facilitando a imersão para o público local.
- Existe modo difícil? O jogo oferece diferentes níveis de dificuldade, permitindo que tanto novatos quanto veteranos encontrem o desafio ideal.
- Qual a diferença entre a versão Switch 2 e as demais? A versão para Switch 2 traz melhorias de performance, mas a experiência geral permanece a mesma em todas as plataformas.


