Quais animes de julho 2026 realmente valem a pena?
TL;DR: O verão de 2026 chega com oito novos animes – de adaptações obscuras a originais ambiciosos – que prometem dividir opiniões e gerar debates intensos entre fãs.
Se você acha que a temporada de verão costuma ser apenas um desfile de sequências, prepare-se para mudar de ideia. Enquanto franquias consagradas ainda dominam o papo, há um exército de projetos menos conhecidos que podem redefinir o panorama deste ano. A seguir, apresento um ranking com argumentos a favor e contra cada título, para que você decida onde investir seu tempo (e seu streaming).
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Thunder 3 (Netflix – 8 de julho)
Adaptado do mangá de Yuki Ikeda, Thunder 3 promete uma trama cheia de reviravoltas, mas ainda mantém o mistério sobre seu gancho principal. Pró: a obscuridade do material original pode render uma surpresa fresca ao público internacional. Contra: a execução visual ainda não foi revelada, e o sucesso depende da capacidade da equipe de traduzir o caos do mangá para a tela.
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Young Ladies Don't Play Fighting Games (Crunchyroll – 7 de julho)
Com licença oficial para usar Street Fighter 6, a série de Eri Ejima mistura competição de jogos e romance adolescente. Pró: a presença de verdadeiros pros de SF6 traz autenticidade ao cenário de esports. Contra: o risco de cair em clichês de romance escolar pode limitar sua originalidade.
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Jaadugar: A Witch in Mongolia (Crunchyroll – 4 de julho)
Tomato Soup entrega um drama histórico-fantástico ambientado na invasão mongol. Pró: a produção da renomada Science SARU garante qualidade de animação. Contra: a complexidade política pode afastar quem busca uma narrativa mais leve.
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The World Is Dancing (HIDIVE – 29 de junho)
Kazuto Mihara traz um jovem dançarino que desafia tradições do período Heian. Pró: o visual da Studio Cypic já impressionou em Kagurabachi. Contra: o ritmo lento da história pode não agradar fãs de ação rápida.
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Tomb Raider King (Crunchyroll – 6 de julho)
Sanji Jiksong adapta um webtoon coreano sobre dungeons e viagens temporais. Pró: a premissa de um caçador de relíquias deslocado no tempo soa como a dose de adrenalina que faltava após Solo Leveling. Contra: se o anime não conseguir equilibrar ação e desenvolvimento de personagem, pode se tornar apenas mais um filler.
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Though I Am an Inept Villainess (Crunchyroll/Hulu – 12 de julho)
Satsuki Nakamura oferece troca de corpos entre duas princesas em um cenário inspirado na China imperial. Pró: a dinâmica de corpo trocado gera situações cômicas e críticas sociais. Contra: a narrativa pode se tornar repetitiva se não houver um arco de crescimento consistente.
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Sparks of Tomorrow (Netflix – 5 de julho)
Um projeto da Kyoto Animation que imagina um mundo steampunk onde a eletricidade ainda é um mito. Pró: a animação promete ser um espetáculo visual, reforçando o renascimento criativo da studio. Contra: a história ainda depende de um roteiro sólido para sustentar o visual exuberante.
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Black Torch (Crunchyroll – 4 de julho)
Tsuyoshi Takaki revive um mangá cancelado após 20 capítulos, oferecendo a versão mais completa da trama. Pró: o envolvimento direto do autor na produção garante fidelidade ao material original. Contra: o número limitado de capítulos pode impedir um desenvolvimento profundo, deixando a série com um final abrupto.
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The Ghost in the Shell (Prime Video – 7 de julho)
Masamune Shirow volta às origens com uma estética que remete ao mangá clássico, graças à Science SARU. Pró: o visual renovado pode atrair tanto veteranos quanto novatos. Contra: a franquia já está saturada de reboots, e o público pode estar cético quanto a mais uma tentativa.
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Smoking Behind the Supermarket with You (Crunchyroll – 9 de julho)
Jinushi adapta um manga slice‑of‑life sobre um homem cansado e uma misteriosa jovem que compartilham cigarro atrás de um mercado. Pró: a atmosfera intimista pode ser um refresco bem‑vindo ao catálogo de animes mais explosivos. Contra: a falta de ação pode fazer o título passar despercebido entre os lançamentos mais barulhentos.
Onde isso pode dar?
O verão 2026 demonstra que a indústria de anime está disposta a arriscar. A coexistência de grandes franquias e projetos experimentais indica um mercado que ainda tem espaço para novidades. Se as adaptações menos conhecidas conseguirem entregar qualidade de produção e histórias envolventes, poderemos ver um aumento de interesse por obras fora do mainstream. Por outro lado, se os títulos mais ousados falharem em cativar, o risco recairá sobre a saturação de reboots que já cansam o público.
Em última análise, o que realmente importa é a capacidade de cada série de criar uma identidade própria em meio a um calendário apertado. Cabe a nós, espectadores, escolher quais histórias merecem nossa atenção – e, quem sabe, descobrir a próxima joia escondida do verão.
FAQ
- Quando os novos animes de julho 2026 serão lançados? A maioria estreia entre 4 e 12 de julho, variando entre plataformas como Netflix, Crunchyroll, Prime Video e HIDIVE.
- Qual plataforma tem a maior variedade de lançamentos? Crunchyroll lidera em número de títulos, mas Netflix oferece produções de alto valor visual como Sparks of Tomorrow e Thunder 3.
- Vale a pena assistir a animes menos conhecidos? Sim. Muitas vezes, obras obscuras trazem abordagens frescas e podem surpreender em qualidade de narrativa e animação.


