Disney está em busca de um desenvolvedor para criar star wars battlefront 3, e duas empresas já aparecem como favoritas: dice, responsável pelos títulos anteriores, e Bungie, criadora de halo e destiny.
O que aconteceu
Um relatório divulgado recentemente indica que a divisão de Star Wars da Disney iniciou conversas internas para definir quem assumirá o próximo título da franquia Battlefront. O insider Jeff Grubb, que participa do programa Game Mess Mornings, explicou que DICE seria a escolha mais lógica por ter desenvolvido tanto Star Wars Battlefront quanto sua sequência, battlefront 2. Contudo, ele também apontou Bungie como uma alternativa viável, especialmente após a colaboração entre destiny 2 e conteúdos temáticos de Star Wars.
Grubb deixou claro que battlefront 3 ainda não recebeu aprovação oficial de produção; as discussões ainda são preliminares. Mesmo assim, a menção de duas possíveis desenvolvedoras já gera especulação entre a comunidade de jogadores, que acompanha de perto a trajetória do último Battlefront, lançado em 2017.
Como chegamos aqui
O histórico recente da franquia influencia diretamente a decisão da Disney. Quando Star Wars Battlefront 2 chegou ao mercado, foi duramente criticado por sua monetização agressiva, incluindo loot boxes. Apesar da reação negativa, o título conseguiu se reinventar ao longo dos anos, mantendo uma base de jogadores estável e se tornando um dos projetos multiplayer mais lucrativos da EA na última década.
Esse sucesso sustentado fez com que a Disney considerasse um novo capítulo para a série, buscando capitalizar o interesse ainda presente nos fãs de Star Wars. DICE, como estúdio interno da EA, possui conhecimento técnico e histórico com a série, enquanto Bungie traz expertise em shooters de ficção científica e um relacionamento prévio com a Disney, evidenciado pela inclusão de referências a Star Wars em Destiny 2.
Além disso, Bungie enfrenta um momento crítico: o fim da vida útil de Destiny 2 e o desempenho abaixo do esperado de Marathon. A necessidade de um projeto de grande escala torna a proposta de Battlefront 3 ainda mais atraente para a desenvolvedora.
- DICE – desenvolvedor original de Battlefront (2015) e Battlefront 2 (2017).
- Bungie – criador de Halo (série) e Destiny (série), já integrou conteúdo de Star Wars em Destiny 2.
- Jeff Grubb – insider que revelou as possíveis candidaturas durante Game Mess Mornings.
O que vem depois
Até o momento, nenhuma das duas empresas recebeu confirmação oficial de contrato. A Disney ainda está avaliando propostas e ponderando fatores como alinhamento de visão criativa, capacidade de entregar um multiplayer robusto e a necessidade de evitar controvérsias de monetização que marcaram o lançamento de Battlefront 2.
Se DICE for escolhido, espera‑se continuidade nas mecânicas já consolidadas, possivelmente com melhorias gráficas e de performance, aproveitando a experiência acumulada nos últimos anos com a engine Frostbite. Caso Bungie assuma o projeto, a expectativa gira em torno de uma abordagem mais focada em combate tático, inspirado em sua expertise com Halo, e possivelmente a inclusão de elementos de RPG leve, como visto em Destiny.
Independentemente do estúdio, a comunidade aguarda detalhes sobre o escopo do novo Battlefront: número de mapas, modos de jogo, integração de conteúdo canônico e, crucialmente, o modelo de monetização. A reação ao Battlefront 2 indica que a Disney precisará adotar uma estratégia que evite loot boxes e microtransações que possam fragmentar a experiência.
O que falta saber
Os próximos passos dependem de decisões internas da Disney e de negociações contratuais com DICE ou Bungie. Até que haja um anúncio formal, tudo permanece no âmbito de rumores. Os fãs devem ficar atentos a comunicados oficiais da Disney, da EA e de possíveis eventos de divulgação, como a Game Developers Conference (GDC) ou a própria Star Wars Celebration.
Enquanto isso, a comunidade continua debatendo quais características seriam essenciais para um Battlefront 3 bem‑recebido: maior variedade de planetas, suporte cross‑play, modos cooperativos aprofundados e um modelo de negócios transparente.


