Souls’ Remnant chegou grátis na Steam e já está gerando burburinho: mistura plataforma 2D, mundo persistente e multiplayer, tudo sem cobrar nada.
Por que Souls’ Remnant está chamando atenção dos gamers?
- Combinação inusitada de gêneros. O jogo junta a estética de um platformer 2D com a estrutura de um MMORPG, permitindo que você corra, salte e dê golpes enquanto explora um mundo persistente cheio de outros jogadores.
- Modelo "classless" que libertam a criação. Ao invés de classes fixas, você distribui pontos livremente, criando builds que se adaptam ao seu estilo – seja um atirador ágil ou um tanque de resistência.
- Foco pesado no modo cooperativo. Dungeons, chefões e eventos noturnos exigem trabalho em equipe, o que faz o jogo brilhar quando você reúne um grupo de amigos ou estranhos dispostos a encarar o desafio.
- Atmosfera noturna que aumenta a dificuldade. Quando o sol se põe, monstros ficam mais fortes e a iluminação muda, criando uma sensação de urgência que lembra os melhores momentos de MapleStory – mas sem a fama de ser "greedy".
- Trilha sonora e arte que remetem aos clássicos. A trilha combina chiptune com orquestra, e o visual pixelado traz nostalgia ao mesmo tempo que entrega animações fluidas, agradando tanto veteranos quanto novatos.
- Microtransações equilibradas. Embora haja itens cosméticos à venda, não há "pay‑to‑win"; a maioria das habilidades e equipamentos são obtidos pelo gameplay, o que mantém a competição justa.
- Disponibilidade para steam deck ainda incerta. A Valve ainda não confirmou compatibilidade, mas a comunidade indie costuma adaptar bem jogos 2D, então vale ficar de olho nas atualizações.
Se ainda não está convencido, dê uma olhada no trailer oficial que acompanha o lançamento. Ele mostra bem a transição entre fases de plataforma e as épicas lutas de chefão.
Os primeiros usuários apontam que o maior ponto forte é a sensação de comunidade. Mesmo com 73% de aprovação, a maioria das críticas negativas se concentra no sistema de banimento, que alguns consideram rígido demais. Ainda assim, a experiência geral tem sido descrita como "um MapleStory indie modernizado".
"É como um MapleStory não‑ganancioso", escreveu um jogador que voltou ao gênero depois de se decepcionar com a versão paga.
Vale ressaltar que o futuro do título ainda é incerto. Como um jogo free‑to‑play, sua longevidade depende de como a desenvolvedora Chaomoon monetiza o projeto sem afastar a base. Até lá, a recomendação é jogar sem gastar e avaliar se a comunidade e o conteúdo atendem às suas expectativas.
O ranking pode mudar
O cenário indie de MMOs está em constante movimento. Souls’ Remnant chegou num momento em que os jogadores buscam alternativas gratuitas e menos polidas que os gigantes da indústria. Se a desenvolvedora conseguir equilibrar o banimento e introduzir eventos regulares, o jogo tem potencial de subir nos rankings de popularidade no Steam.
Por outro lado, a falta de suporte oficial para Steam Deck pode limitar a base de jogadores que preferem portátil. Uma atualização de compatibilidade poderia abrir um novo público e impulsionar ainda mais a comunidade.
Em resumo, o título oferece uma proposta única que vale a pena experimentar, especialmente se você curte plataformas 2D e mundos persistentes. Fique de olho nas novidades e, quem sabe, você não acaba liderando um clã nas noites mais sombrias do jogo?


