TL;DR: O trailer do novo reboot de Resident Evil apresenta Austin Abrams como Bryan e fixa as datas de estreia: 18 de setembro nos EUA e 9 de outubro no Japão.
O que aconteceu
No dia 3 de setembro de 2026, durante a transmissão ao vivo do State of Play da Sony, foi exibido o primeiro vídeo‑clip oficial do novo filme live‑action de Resident Evil. O material destaca Austin Abrams — conhecido por Weapons, Euphoria e Wolfs — interpretando o protagonista Bryan, um personagem original ambientado no final dos anos 1990.
O filme, dirigido por Zach Cregger (Barbarian, Weapons), tem estreia marcada para 18 de setembro de 2026 nos cinemas da América do Norte. A estreia internacional acontece em 9 de outubro de 2026 no Japão.
Além de Abrams, o elenco inclui Zach Cherry, Kali Reis e Paul Walter Hauser (Richard Jewell, Black Bird). A produção conta com a parceria de Constantin Film e PlayStation Productions, enquanto o roteiro foi co‑escrito por Shay Hatten (John Wick 4, Army of the Dead) e o próprio Cregger.
O trailer também revelou que o diretor de fotografia será Dariusz Wolski, conhecido por seu trabalho em Avatar e Pirates of the Caribbean. A produção tem como meta retornar às raízes de horror da franquia, prometendo maior fidelidade aos jogos originais.
Como chegamos aqui
A história de Resident Evil no cinema começou em 2002 com Resident Evil, estrelado por Milla Jovovich. Entre 2002 e 2017, foram lançados seis filmes da série, todos com a mesma protagonista. Em 2021, a franquia recebeu seu primeiro reboot live‑action, Resident Evil: Welcome to Raccoon City, que trouxe um elenco totalmente novo e uma narrativa situada no final da década de 1990.
O reboot de 2021 foi produzido pela Sony, mas a disputa pelos direitos cinematográficos se intensificou nos anos seguintes. Em janeiro de 2025, Warner Bros. e Netflix participaram de um leilão para adquirir os direitos, mas a Sony acabou mantendo a produção.
Com o sucesso crítico e comercial do reboot, a Sony decidiu avançar com uma sequência que buscaria se aproximar ainda mais da atmosfera dos jogos originais. Para isso, contratou Zach Cregger, diretor de filmes de terror e ação, e trouxe o roteirista Shay Hatten, conhecido por sua experiência em narrativas de alta tensão.
O envolvimento de Constantin Film — responsável por várias adaptações de videogames — e da PlayStation Productions reforça a estratégia de criar um produto que agrade tanto aos fãs de longa data quanto ao público geral. A presença de produtores como Robert Kulzer, Roy Lee e Miri Yoon indica um investimento significativo em qualidade de produção e marketing global.
Além do filme, a franquia continuou a expandir seu universo em outras mídias: o anime Resident Evil: Death Island chegou em julho de 2023, e o jogo Resident Evil Requiem foi lançado em fevereiro de 2026, atingindo mais de 6 milhões de unidades vendidas — o recorde mais rápido da série.
O que vem depois
Com a data de estreia já confirmada, a campanha de divulgação deve intensificar-se nas próximas semanas. A Sony já sinalizou que o trailer será apenas a primeira fase de um plano de marketing que inclui teasers adicionais, entrevistas com o elenco e possivelmente um evento presencial em Los Angeles ou Londres.
Do ponto de vista narrativo, a escolha de um protagonista original — Bryan — abre espaço para novas histórias que podem conectar diferentes títulos da série de jogos. A presença de personagens como Zach Cherry e Kali Reis sugere a inclusão de elementos de ação e combate corpo‑a‑corpo, típicos dos jogos de sobrevivência.
Para os fãs que acompanham o universo expandido, a expectativa é que o filme sirva de ponte para futuras produções, possivelmente integrando elementos de Resident Evil: Death Island ou até mesmo influenciando o próximo título da franquia de videogame.
- Data de estreia nos EUA: 18/09/2026
- Data de estreia no Japão: 09/10/2026
- Diretor: Zach Cregger
- Roteiristas: Zach Cregger e Shay Hatten
- Produtores: Constantin Film, PlayStation Productions, Sony Pictures Entertainment
Para ficar no radar
O reboot de Resident Evil chega em um momento em que o mercado de adaptações de videogames está em alta. Seu sucesso pode influenciar decisões de outros estúdios sobre investir em narrativas mais fiéis às origens dos jogos. Além disso, a estratégia de lançamento escalonado — América do Norte primeiro, Japão depois — pode servir de modelo para futuros lançamentos globais.
Fique atento às próximas divulgações da Sony, que devem incluir novos teasers, entrevistas com o elenco e, possivelmente, um making‑of detalhado. A expectativa é que o filme não só revitalize a franquia nos cinemas, mas também abra caminho para cross‑media ainda mais integrado entre games, séries animadas e futuros projetos cinematográficos.


