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Majora’s Mask soundtrack chega ao Nintendo Music

· · 4 min de leitura
Capa de Majora’s Mask com Link usando a máscara ao lado do logo Nintendo Music na tela
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TL;DR: A Nintendo acabou de colocar as 111 faixas da trilha sonora de The Legend of Zelda: Majora’s Mask no Nintendo Music, mas o serviço ainda não tem busca nem outras funções essenciais.

Como quem tem mais de três décadas de história com Zelda, não dá para esconder a empolgação: finalmente a música que faz a gente perder a noção de tempo está disponível num serviço oficial da Nintendo. Porém, a novidade traz um dilema clássico dos fãs de nostalgia – vale a pena usar o Nintendo Music ou ainda é melhor recorrer a outras plataformas? Nesta análise, vamos comparar as opções, pesar prós e contras e chegar a um veredito que sirva a cada tipo de jogador.

Opção 1 – Nintendo Music (via Nintendo Switch Online)

Prós Contras
Catálogo oficial com 111 faixas, incluindo tema, abertura e créditos. Falta de ferramenta de busca; navegação apenas por rolagem manual.
Integração direta ao console, sem necessidade de apps externos. Requer assinatura ativa do Nintendo Switch Online.
Qualidade de áudio preservada do N64 original. Interface pouco intuitiva, sem playlists ou modo aleatório avançado.

Opção 2 – Serviços de streaming (Spotify, Apple Music, YouTube)

  • Prós: Busca instantânea, playlists criadas por fãs, reprodução em múltiplos dispositivos.
  • Contras: Versões podem ser remasterizadas ou de qualidade inferior; nem sempre disponíveis todas as faixas.
  • Prós adicionais: Possibilidade de combinar com outras trilhas de Zelda num único álbum.
  • Contras adicionais: Necessidade de conta paga em alguns casos e anúncios em versões gratuitas.

Opção 3 – Jogo original (N64 ou emulador)

Ouvir a música diretamente no Majora’s Mask ainda é a experiência mais imersiva: o áudio acompanha os eventos do jogo, sincronizando com as mudanças de hora e clima. Contudo, requer hardware antigo ou um emulador configurado, além de ter que rodar o jogo inteiro só para ouvir a trilha.

Opção 4 – Coletâneas físicas (collector’s edition, vinil)

Para os puristas, as edições limitadas que incluem CDs ou vinis são a escolha definitiva. Elas garantem qualidade de áudio sem compressão e ainda trazem arte de capa exclusiva. O ponto negativo é o preço elevado e a disponibilidade restrita, que muitas vezes só aparece em leilões.

Vereditos: o melhor pra cada perfil

Jogadores casuais que já pagam o Nintendo Switch Online vão achar o Nintendo Music suficiente – a conveniência de ter tudo no próprio console supera a falta de busca. Fãs de áudio que desejam montar playlists personalizadas devem migrar para Spotify ou Apple Music, onde a curadoria é mais robusta. Puristas da série que valorizam a sincronia entre música e gameplay ainda vão preferir o N64 ou um emulador, pois nada substitui o contexto do jogo. Por fim, colecionadores que gostam de objetos físicos e de arte de capa devem investir nas edições limitadas, mesmo que isso signifique desembolsar mais.

“Colocar Majora’s Mask no Nintendo Music é perigoso. Aquela melodia de Clock Town pode comer o seu trajeto inteiro”, comentou um fã no X.

Essas reações mostram que a nostalgia está viva, mas também que a experiência de ouvir música está mudando. Enquanto a Nintendo ainda não implementou recursos básicos como busca, a expectativa é que futuras atualizações melhorem o serviço, especialmente se a comunidade continuar pressionando.

Vale lembrar que a adição da trilha ao Nintendo Music não é um remake da jogabilidade – ainda não há notícias de um novo Majora’s Mask para o Switch 2. O foco, por enquanto, é apenas musical, o que pode ser visto como um “primeiro passo” para um eventual relançamento mais completo.

Onde isso pode dar

Se a Nintendo observar a reação dos usuários, pode transformar o Nintendo Music em um hub definitivo para todas as trilhas sonoras de suas franquias clássicas. Isso abriria espaço para lançamentos de álbuns temáticos, eventos de streaming ao vivo e, quem sabe, até parcerias com artistas contemporâneos para remixar faixas icônicas. Por outro lado, se a empresa mantiver a plataforma limitada, os fãs provavelmente migrarão para serviços externos, diluindo o valor da oferta oficial.

Em resumo, a chegada da trilha de Majora’s Mask ao Nintendo Music é um passo positivo, mas ainda precisa de refinamentos para competir de igual para igual com as plataformas de streaming já consolidadas. Enquanto isso, cada fã deve escolher a ferramenta que melhor se encaixa no seu estilo de ouvir – seja no sofá do Switch, no carro via Spotify ou na vitrola de colecionador.

Perguntas frequentes

Como acessar a trilha de Majora’s Mask no Nintendo Music? ▾
É preciso ser assinante do Nintendo Switch Online, abrir o app Nintendo Music no console e procurar a playlist de The Legend of Zelda: Majora’s Mask.
A trilha completa está disponível no Spotify? ▾
Algumas faixas oficiais estão no Spotify, mas a coleção completa de 111 músicas ainda não foi lançada na plataforma.
Existe diferença de qualidade entre o Nintendo Music e outras plataformas? ▾
O Nintendo Music preserva a qualidade original do N64, enquanto serviços como Spotify podem usar versões remasterizadas ou comprimidas.
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