TL;DR: Kohei Horikoshi – criador de My Hero Academia – voltou ao Weekly Shonen Jump com o one‑shot horror Quit Laughing, Shijima, e já há rumores de anime.
O que exatamente é "Quit Laughing, Shijima"?
"Quit Laughing, Shijima" é um one‑shot de 60 páginas publicado na edição desta semana do Weekly Shonen Jump. Diferente do universo de heróis de My Hero Academia, a história se passa em uma cidade litorânea onde um garoto chamado Azumi se apaixona por Shijima, uma menina cuja risada contagiante atrai a atenção de todos. Por trás da fachada alegre, um antigo deus do mar exige sacrifícios, e Azumi parece ser o único que pode enxergar a criatura que se esconde nas profundezas.
Por que o retorno de Horikoshi ao Shonen Jump importa?
Depois de encerrar My Hero Academia com epílogos que fecharam a jornada de Izuku Midoriya, Horikoshi ficou ausente das páginas da revista por dois anos. O retorno demonstra que o mangaká ainda tem vontade de experimentar novos gêneros, e o formato one‑shot permite testar ideias sem o compromisso de uma série longa. Para o público brasileiro, isso significa mais chances de ver um estilo diferente do mesmo autor que conquistou a comunidade.
Quais são as chances de "Quit Laughing, Shijima" virar anime?
O presidente do Studio Bones, Masahiko Minami, declarou que a produtora está interessada em adaptar a história caso surja a oportunidade. Embora não haja confirmação oficial, a relação de longa data entre Horikoshi e Bones – que animou My Hero Academia – aumenta a plausibilidade de um futuro anime. Se acontecer, a proposta seria um contraste marcante: um anime de horror ao estilo de Tokyo Ghoul versus o universo de super‑poderes.
Como a trama se diferencia do universo de "My Hero Academia"?
Enquanto My Hero Academia explora heroísmo, treinamento e rivalidades, "Quit Laughing, Shijima" mergulha no terror psicológico. O foco está na atmosfera opressiva de uma cidade à beira-mar, sacrifícios religiosos e uma criatura marítima que só o protagonista vê. Essa mudança permite que Horikoshi mostre seu talento em design de monstros e cenários sombrios, algo que ele só arranhou em momentos como a criação de Tomura Shigaraki.
O que os fãs brasileiros podem esperar da publicação?
- Estilo visual diferente: mais sombras, linhas mais densas e criaturas grotescas.
- Possível spin‑off: se a história fizer sucesso, shueisha pode considerar uma serialização.
- Novas oportunidades de merchandising: figuras, camisetas e itens de colecionador focados no horror.
- Impacto nas comunidades online: discussões sobre teorias do deus do mar e comparações com outros one‑shots de terror.
Qual é a reação da comunidade brasileira?
Fóruns como Reddit Brasil e grupos de Discord já debatem a qualidade da narrativa e a viabilidade de um anime. Muitos fãs elogiam a ousadia de Horikoshi em mudar de gênero, enquanto outros temem que o tom sombrio possa afastar leitores acostumados ao otimismo de My Hero Academia. Ainda assim, a curiosidade é alta, e as especulações sobre possíveis crossovers – mesmo que improváveis – alimentam o buzz.
O que falta saber?
Até o momento, não há confirmação de continuação ou de data para uma eventual adaptação. O que sabemos é que a história já está disponível nas edições impressas do Weekly Shonen Jump e será traduzida oficialmente pela Viz Media. Para quem não tem acesso à edição física, a versão digital pode ser adquirida nas plataformas oficiais de mangá.
Para ficar no radar
Se "Quit Laughing, Shijima" conquistar boa recepção, a próxima etapa lógica seria uma serialização semanal ou mensal, algo que a própria Shueisha costuma fazer com one‑shots bem recebidos. Além disso, o interesse do Studio Bones pode acelerar a produção de um anime, especialmente se houver apoio de patrocinadores e plataformas de streaming. Fique de olho nos anúncios da própria Shueisha e nas redes sociais do estúdio.
"Se houver oportunidade, eu e o Studio Bones estaríamos muito interessados em trazer o anime à vida", afirmou Masahiko Minami.
Em suma, o retorno de Horikoshi ao Shonen Jump traz um sopro de novidade ao universo mangá, e a comunidade brasileira tem motivos para acompanhar cada passo – seja nas páginas impressas, nos fóruns de debate ou nas possíveis adaptações futuras.


