TL;DR: A segunda temporada de Jujutsu Kaisen surpreendeu ao matar cinco personagens-chave – Riko Amanai, Toji Zenin, Mahito, Kento Nanami e Nobara Kugisaki – redefinindo a narrativa e elevando o nível de violência do shonen.
O que aconteceu?
A temporada 2 de Jujutsu Kaisen elevou o conceito de mortalidade dentro do universo shonen ao eliminar personagens que, até então, pareciam intocáveis. Cada morte trouxe consequências imediatas para a trama e para o desenvolvimento dos sobreviventes.
1. Riko Amanai – a vítima inesperada de um tiro
Riko Amanai, designada como o próximo Star plasma vessel de Tengen, foi salva por Satoru Gojo e Suguru Geto, apenas para ser assassinada segundos depois por um simples revólver. A escolha da arma, fora do padrão de combate sobrenatural da série, chocou o público e reforçou a imprevisibilidade da trama.
2. Toji Zenin – o “vilão sem energia amaldiçoada”
Toji Zenin, nascido sem energia amaldiçoada e portador da restrição celestial, surpreendeu ao derrotar Gojo em seu primeiro confronto. Contudo, Gojo evoluiu ao combinar as técnicas Azul e Vermelha, culminando na criação de Purple Hollow e na destruição brutal do torso de Toji, confirmando que nenhum usuário de restrição celestial está acima da supremacia dos six eyes.
3. Mahito – o vilão que foi absorvido
Mahito, considerado um dos principais antagonistas, foi finalmente derrotado quando Suguru Geto fictício o absorveu, encerrando sua trajetória de terror. A morte inesperada de Mahito ressaltou que até os vilões mais temidos podem perder a “armadura de plot”.
4. Kento Nanami – o mentor que pagou o preço
Kento Nanami, o pragmático ex-salariado que se tornou mentor de Yuji Itadori, foi morto por Mahito. Sua morte, considerada a mais dolorosa pelos fãs, destacou o comprometimento da série em sacrificar personagens queridos para avançar o arco narrativo.
5. Nobara Kugisaki – a aparente morte que redefiniu o gênero
Nobara Kugisaki, a única protagonista feminina do trio principal, foi aparentemente assassinada por Mahito. Embora sua morte ainda seja debatida, o impacto foi imediato: Yuji Itadori foi empurrado ao limite mental, sinalizando uma mudança de tom rumo ao seinen.
Como chegamos aqui?
Desde o início, Jujutsu Kaisen se destacou por misturar elementos sombrios ao estilo shonen tradicional. A primeira temporada já apresentava mortes, mas a segunda ampliou esse conceito, usando-as como alavanca para:
- Reforçar o perigo constante do mundo amaldiçoado.
- Desenvolver personagens secundários através de traumas e perdas.
- Elevar o nível de poder de Satoru Gojo, que precisou combinar técnicas para superar adversários como Toji.
- Introduzir reviravoltas narrativas, como a absorção de Mahito por um Geto falsificado.
Essas escolhas narrativas foram apoiadas por uma direção de arte que enfatiza o contraste entre o cotidiano dos personagens e o caos sobrenatural, criando um clima de tensão constante.
O que vem depois?
Com as cinco mortes confirmadas, a temporada 2 abre caminho para novos conflitos:
- Repercussões emocionais: Yuji Itadori deve lidar com a perda de Nanami e a aparente morte de Nobara, o que pode influenciar suas decisões futuras.
- Ascensão de novos antagonistas: A ausência de Mahito deixa um vazio que pode ser preenchido por outros usuários de energia amaldiçoada.
- Desenvolvimento de Gojo: As técnicas combinadas de Gojo podem evoluir ainda mais, preparando-o para desafios ainda maiores.
Além disso, a série pode explorar a origem dos Heavenly Restrictions e aprofundar a mitologia dos Six Eyes, elementos que ainda são pouco explicados.
Para ficar no radar
Os fãs devem observar os próximos episódios em busca de:
- Indícios sobre a verdadeira condição de Nobara Kugisaki.
- Novas alianças entre personagens sobreviventes.
- Referências ao passado de Tengen e ao futuro das Star Plasma Vessels.
Esses pontos serão cruciais para entender como a narrativa se reconfigurará após as mortes mais impactantes da temporada.
“Em Jujutsu Kaisen, nenhum personagem está a salvo, e cada morte serve como um lembrete brutal da realidade cruel do mundo amaldiçoado.” – Análise da equipe editorial


