TL;DR: A activision, que assumiu a franquia halo, está considerando contratar ex‑funcionários da Bungie — equipe que recentemente sofreu demissões após a crise de destiny — para ajudar a definir o próximo título da série.
Fato: Activision pode contratar ex‑Bungie para o próximo Halo
Com a recente transferência de controle da série Halo da 343 Industries (agora Halo Studios) para a Activision, surgiram discussões sobre como a nova gestora pretende revitalizar a franquia. Frank O'Connor, ex‑diretor de Halo, sugeriu que a Activision deveria contratar desenvolvedores da Bungie que foram dispensados após os cortes de pessoal de Destiny 2. Essa proposta surge em meio a um cenário de incertezas tanto para Halo quanto para Destiny, já que a Bungie enfrenta dificuldades para manter suas equipes criativas.
Contexto: por que importa
Para entender a relevância dessa sugestão, é preciso recuar um pouco na história recente das duas franquias. Halo nasceu em 2001 sob a Bungie, que conduziu o título até Halo: Reach (2010). A partir de então, a microsoft transferiu a responsabilidade para a 343 Industries, que lançou Halo Infinite em 2021. O lançamento, embora bem recebido, trouxe críticas sobre a falta de conteúdo pós‑lançamento e a percepção de que a equipe ainda não encontrou um ritmo consistente.
Enquanto isso, a Bungie, que se dedicou a Destiny e Destiny 2, sofreu um revés significativo em 2024 quando a Sony encerrou o suporte da versão playstation do jogo, resultando em demissões em massa. O estúdio prometeu continuar apoiando o universo, mas a perda de talentos-chave deixou lacunas criativas.
Ao assumir Halo, a Activision — conhecida por call of duty — tem a oportunidade (ou o risco) de misturar sua expertise em serviços ao vivo com a tradição de FPS de Halo. Contratar desenvolvedores que já trabalharam tanto em Halo quanto em Destiny poderia trazer um equilíbrio entre inovação e respeito à identidade da série.
Reação dos fãs/mercado
Os fãs de Halo reagiram com cautela. Muitos temem que a cultura de monetização agressiva da Activision, vista em Call of Duty, possa diluir a experiência clássica de Halo, que sempre priorizou gameplay sólido e narrativa épica. Por outro lado, há otimismo entre aqueles que acreditam que a presença de veteranos da Bungie pode garantir que o próximo título mantenha a “alma” da franquia.
Analistas de mercado apontam que a combinação de recursos da Activision e o know‑how da Bungie pode ser uma jogada estratégica para recuperar o entusiasmo dos jogadores e ampliar o público‑alvo. No entanto, a falta de transparência sobre o plano de contratação e os detalhes do desenvolvimento ainda gera especulação nos fóruns e redes sociais.
Em comunidades como Reddit e Twitter, os tópicos mais comentados incluem:
- Possibilidade de um modelo de serviço ao vivo parecido com Destiny para Halo.
- Temor de microtransações excessivas.
- Esperança de um retorno ao estilo “sandbox” que definiu os primeiros jogos da série.
O que esperar
Frank O'Connor delineou três caminhos que a Activision poderia seguir ao desenvolver o próximo Halo:
- Clássico Halo: Um título que preserve o movimento ágil, combate caótico e a sensação de exploração que cativou os fãs desde Halo: Combat Evolved. Essa opção visa o público tradicional, mas ainda busca crescimento amplo.
- Reinvenção total: Transformar o gameplay e até o universo de Halo, possivelmente mudando de FPS para outro gênero, como RPG de ação, para atrair novos jogadores.
- Híbrido Activision: Integrar mecânicas de Call of Duty — como sistemas de progressão, modos competitivos robustos e monetização de conteúdo — dentro do sandbox de Halo.
O conselho de O'Connor enfatiza que a melhor estratégia seria “contratar a Bungie, Halo Studios e outros profissionais dispensados”, aproveitando o talento que ainda está disponível no mercado. Caso a Activision siga essa recomendação, podemos esperar:
- Um time misto, combinando veteranos de Halo, ex‑Bungie e especialistas da Activision.
- Possível retomada de ideias descartadas anteriormente, como modos de campanha mais experimentais.
- Um foco maior em multiplayer balanceado, com sistemas de progressão inspirados em Destiny e Call of Duty.
Entretanto, a falta de informações oficiais sobre cronogramas ou orçamento impede previsões precisas. O que se sabe é que a Activision ainda não anunciou oficialmente a contratação ou o escopo do próximo Halo.
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Para ficar no radar
Embora ainda não haja datas confirmadas, a comunidade deve ficar atenta a alguns indicadores que podem sinalizar os próximos passos da Activision:
- Comunicações oficiais da Activision ou da Microsoft sobre contratações e estrutura da equipe de desenvolvimento.
- Atualizações em eventos como a xbox Games Showcase ou a E3, onde a empresa costuma revelar roadmaps.
- Patentes ou anúncios de novas tecnologias de multiplayer que reflitam a fusão entre o estilo Halo e as mecânicas de Call of Duty.
Enquanto isso, os fãs podem acompanhar as discussões em fóruns especializados e nas redes sociais para captar sinais de mudança. A contratação de ex‑Bungie pode ser o ponto de partida para um renascimento da série, mas dependerá de como a Activision equilibrará suas práticas de monetização com a tradição de Halo.


