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Figma lança IA para motion graphics e shaders

· · 3 min de leitura
Jovem designer fazendo exercícios com laptop exibindo animações coloridas no canvas
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TL;DR: Figma lançou ferramentas de IA que geram motion graphics e shaders direto no canvas, unindo design e desenvolvimento em um único ambiente.

O que mudou no canvas do Figma?

A Config conference, evento anual da plataforma, revelou um canvas reimaginado para desenvolvimento full‑stack. Agora, designers e desenvolvedores podem criar, testar e exportar animações e shaders sem sair do Figma.

Recurso antigo Recurso com IA Benefício principal
Camadas estáticas e protótipos limitados Motion graphics gerados por IA (texto‑para‑animação) Economia de tempo – animações prontas em segundos
Exportação manual de assets Shaders criados e otimizados por IA Qualidade visual consistente e código pronto para uso
Integração via plugins externos AI agents embutidos que sugerem componentes de código Fluxo unificado – menos troca de ferramentas

Como funciona a IA de motion graphics?

Você descreve a ação em texto – por exemplo, "um botão pulsa ao ser clicado" – e a IA gera a timeline, easing e keyframes. O resultado aparece como camada editável, permitindo ajustes finos caso queira personalizar.

E os shaders?

Os shaders são trechos de código glsl ou HLSL que definem efeitos visuais. A nova ferramenta aceita prompts como "efeito neon com reflexo" e devolve o código completo, já testado no preview do Figma. Não é necessário saber a sintaxe exata; a IA cuida da parte técnica.

Comparativo de produtividade

  • Antes: Criar animação = 2‑3 horas (design, export, import em ferramenta de animação).
  • Agora: Prompt → IA → animação pronta em minutos.
  • Antes: Escrever shader = conhecimento avançado + testes manuais.
  • Agora: Prompt → IA → shader funcional, pronto para copiar.

Vereditos: o melhor pra cada perfil

Designers focados em UI/UX – A IA de motion graphics traz rapidez para protótipos interativos, ideal para validar ideias com stakeholders sem depender de After Effects.

Desenvolvedores front‑end – Os shaders gerados economizam tempo de pesquisa e permitem experimentar efeitos avançados direto no Figma, antes precisariam de VS Code + WebGL.

Equipes pequenas – Ter tudo num único canvas reduz a necessidade de licenças múltiplas (Adobe, Unity, etc.) e simplifica a comunicação entre design e dev.

Estúdios grandes – Ainda podem preferir pipelines especializados, mas a integração de AI agents facilita a padronização de assets entre squads.

Onde isso pode dar

Se a IA continuar evoluindo, poderemos ver Figma exportando projetos completos para frameworks como React ou flutter, com animações e shaders já embutidos. Isso abriria portas para protótipos quase‑prontos que rodam em produção com poucos cliques.

O que falta saber

Até o momento, a disponibilidade das novas ferramentas está limitada a usuários do plano Enterprise. Ainda não há confirmação oficial de preço ou data de rollout para planos gratuitos ou profissionais.

Vale a pena?

Para quem já vive no ecossistema Figma, a adição de IA para motion graphics e shaders é um upgrade significativo. Se você ainda usa ferramentas separadas, vale testar a versão Enterprise (ou solicitar trial) para medir o ganho de produtividade.

"A IA não vai substituir o designer, mas vai eliminar o trabalho braçal que ninguém gosta de fazer" – comentário de um usuário na comunidade Figma.

FAQ

  • Como ativar as ferramentas de IA no Figma? Ainda não há opção de ativação pública; elas são liberadas via convite para usuários Enterprise.
  • É possível exportar os shaders gerados? Sim, o código pode ser copiado diretamente ou baixado como arquivo .glsl.
  • Qual a qualidade das animações criadas? A IA gera keyframes padrão, mas você pode ajustar curvas de easing para refinar o resultado.
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