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Crossfire: 14 demissões na That's No Moon – o que isso indica para o futuro do jogo?

· · 4 min de leitura
Atleta correndo em pista ao nascer do sol, vestindo roupa de compressão azul e segurando garrafa de água
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Quatro semanas após a revelação de Crossfire, a desenvolvedora independente That's No Moon anunciou a demissão de 14 colaboradores.

O que aconteceu

O estúdio That's No Moon, formado por ex‑integrantes das renomadas Naughty Dog e Infinity Ward, apresentou seu primeiro projeto, Crossfire, um shooter militar com toques de ficção‑ciencia, há cerca de dois meses. Pouco depois, relatos publicados pela IGN apontaram que 14 membros da equipe foram dispensados. Um artista conceitual sênior confirmou o número em post nas redes, enquanto um artista de ambiente, que havia conseguido seu primeiro emprego na indústria, também compartilhou a notícia e pediu indicações de trabalho.

Até o momento, não há declarações oficiais da empresa explicando as razões das demissões. O anúncio ocorreu antes mesmo de uma data de lançamento ser definida para o jogo, o que torna a situação ainda mais intrigante.

Como chegamos aqui

O caminho da That's No Moon começou há aproximadamente cinco anos, quando desenvolvedores que haviam passado por projetos de grande porte em estúdios como Naughty Dog (responsável por The Last of Us) e Infinity Ward (conhecido por Call of Duty) decidiram criar um estúdio independente. O objetivo era combinar a expertise em narrativas cinematográficas com mecânicas de tiro tático, resultando em algo que fosse ao mesmo tempo familiar e inovador.

A revelação de Crossfire trouxe um trailer que mostrava um sistema de cobertura adaptativa, permitindo ao jogador se esconder e se mover de acordo com o terreno rochoso apresentado. Embora o trailer tenha gerado expectativas, pouco se sabe sobre a jogabilidade concreta, já que o projeto ainda está em fase inicial.

É importante notar que o nome Crossfire já está associado a uma franquia sul‑coreana de jogos de tiro online, que teve diversas iterações ao longo dos anos. A série original teve sucessos e fracassos, como CrossfireX, desenvolvido em parceria com a Remedy Entertainment para a campanha single‑player, que foi encerrado pouco depois do lançamento, e Crossfire: Legion, um título de estratégia em tempo real que foi retirado das lojas no ano passado.

Esses antecedentes podem ter criado expectativas elevadas para a nova proposta, mas também aumentam a pressão sobre a equipe para entregar algo que se destaque em um mercado saturado.

O que vem depois

Com a saída de 14 profissionais, a That's No Moon enfrenta desafios significativos. A redução de equipe pode impactar prazos de desenvolvimento, qualidade final e até a viabilidade do projeto. Por outro lado, a empresa ainda conta com talentos experientes provenientes de grandes estúdios, o que pode permitir uma reorganização eficiente.

Até que a desenvolvedora publique um comunicado oficial, os fãs e investidores devem ficar atentos a sinais como atualizações de progresso, novas demonstrações ou mudanças na comunicação oficial. Caso a empresa decida buscar apoio externo – seja por meio de financiamento adicional ou parcerias – isso pode influenciar o rumo do projeto.

Enquanto isso, a comunidade de desenvolvedores indie costuma demonstrar solidariedade em situações semelhantes, oferecendo oportunidades de trabalho ou suporte moral. O artista de ambiente que compartilhou sua situação já está recebendo mensagens de apoio e indicações de vagas.

Para ficar no radar

Se você acompanha o cenário indie ou tem interesse em shooters táticos, vale a pena monitorar os canais oficiais da That's No Moon nas próximas semanas. Atualizações de status, novos trailers ou anúncios de parcerias podem indicar se o projeto ainda está nos trilhos.

  • Visite regularmente o site oficial e as redes sociais do estúdio.
  • Fique de olho em entrevistas com os fundadores, que podem esclarecer a situação.
  • Acompanhe notícias de portais especializados como IGN, Rock Paper Shotgun e GamesIndustry.biz para possíveis revelações sobre financiamento ou mudanças de escopo.

Em última análise, a demissão de 14 funcionários não determina o destino de Crossfire, mas sinaliza que o caminho até o lançamento pode ser mais turbulento do que o inicialmente esperado.

Perguntas frequentes

Por que a That's No Moon demitiu 14 funcionários?
A empresa ainda não divulgou um motivo oficial; as demissões foram confirmadas por membros da equipe em post nas redes.
O que é o sistema de cobertura adaptativa de Crossfire?
É uma mecânica mostrada no trailer que permite ao jogador usar o ambiente rochoso para se proteger e se movimentar, adaptando-se ao cenário.
Crossfire está relacionado à franquia coreana?
Sim, o título compartilha o nome com a série sul‑coreana de shooters, mas a proposta da That's No Moon é um projeto independente com foco cinematográfico.
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