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Capcom tem 5 clássicos sem remake – quais jogos merecem uma nova vida?

· · 4 min de leitura
Atleta vestindo camiseta da Capcom, segurando controle, ao lado de halteres e barra de pull‑up
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TL;DR: A Capcom ainda tem cinco títulos cult – Demon’s Crest, Lost Planet, Dino Crisis, God Hand e Viewtiful Joe – que nunca foram remasterizados e que, se atualizados, podem revitalizar a base de fãs no Brasil.

Quais são os jogos que ainda não foram refeitos?

Apesar do sucesso de Resident Evil e Monster Hunter, a Capcom ainda não revisitou alguns dos seus clássicos. Os cinco que se destacam são:

  • Demon’s Crest – spin‑off Metroidvania de 1997, ainda só disponível via serviço de retrocompatibilidade.
  • Lost Planet – título de ação‑sobrevivência de 2006, cuja primeira edição ainda não recebeu nenhum upgrade oficial.
  • Dino Crisis – o “sibling” de Resident Evil que combina terror e dinossauros, mas que permanece inalterado nas plataformas digitais.
  • God Hand – beat ’em up excêntrico de 2006, conhecido por seu humor irreverente e combate profundo, porém com bugs que ainda não foram corrigidos.
  • Viewtiful Joe – beat ’em up side‑scroll dos anos 2000, cultuado por sua estética em quadrinhos, mas ainda só jogável em consoles antigos.

Por que isso importa para o público brasileiro?

O mercado brasileiro tem particularidades que tornam esses títulos ainda mais relevantes:

  1. Preço acessível: remakes costumam ser lançados a preços competitivos, facilitando a entrada de jogadores que ainda não possuem consoles de última geração.
  2. Disponibilidade digital: plataformas como steam e GOG já oferecem versões digitais de Dino Crisis e God Hand. Um remake poderia trazer suporte a idiomas, incluindo o português, algo ainda escasso.
  3. Comunidade de colecionadores: o Brasil possui uma forte cultura de colecionismo de jogos retro, e um lançamento remasterizado costuma gerar grande movimento em comunidades de fãs.
  4. Potencial de streaming: títulos atualizados são mais atraentes para criadores de conteúdo que buscam novidades para seus canais, impulsionando a visibilidade da Capcom.

Além disso, a nostalgia tem sido um motor de vendas nos últimos anos. Quando a Capcom investiu em Resident Evil 2 remake, o número de vendas ultrapassou expectativas globais, mostrando que revisitar o passado pode ser lucrativo – e isso vale para o público brasileiro, que tem forte apego a franquias clássicas.

Como a comunidade e o mercado têm reagido?

Os fãs têm manifestado seu desejo em fóruns como Reddit, Twitter e grupos de Facebook. Comentários recorrentes incluem:

  • “Precisamos de um God Hand 2.0 para jogar no PC sem travar.”
  • “A versão de Viewtiful Joe no switch seria um presente para a galera que ainda tem o GameCube.”
  • “Se a Capcom lançar um remake de Dino Crisis, eu compro na hora.”

Do lado comercial, analistas apontam que remakes costumam gerar picos de receita nos primeiros meses, além de reavivar o interesse por títulos secundários da mesma franquia. A Capcom tem demonstrado interesse em explorar seu catálogo antigo, como evidenciado pelos recentes lançamentos de Resident Evil 2 e Resident Evil 3 remake.

O que podemos esperar nos próximos anos?

Embora a Capcom ainda não tenha confirmado datas oficiais, algumas pistas sugerem possíveis caminhos:

  • Demon’s Crest pode receber um upgrade de controles, alinhado às tendências de jogos Metroidvania modernos.
  • Lost Planet tem potencial para ser remasterizado com melhorias gráficas, especialmente para consoles de nova geração.
  • Um Dino Crisis remake poderia aproveitar o motor RE Engine já usado em Resident Evil, facilitando a adaptação.
  • Para God Hand, ajustes de bugs e otimização de frame‑rate seriam o suficiente para atrair novos jogadores.
  • Um Viewtiful Joe compilado para Switch ou PC poderia incluir todos os spin‑offs, reunindo a experiência completa em um único pacote.

Se a Capcom seguir o modelo de lançar remakes com foco em qualidade, esses títulos podem não só recuperar seu lugar nos corredores digitais, mas também criar novas oportunidades de monetização via DLCs, skins e modos multiplayer.

Para ficar no radar

Os cinco jogos citados representam oportunidades claras para a Capcom revitalizar seu catálogo e atender a um público que ainda tem sede de nostalgia. Enquanto a empresa avalia seu calendário de lançamentos, os fãs brasileiros devem ficar atentos a anúncios oficiais, eventos como a CCXP e as redes sociais da Capcom. Um remake bem executado pode transformar um clássico esquecido em um hit de vendas, além de reforçar a presença da Capcom no mercado brasileiro.

Perguntas frequentes

Qual jogo da Capcom ainda não tem remake e tem maior chance de ser revisitado?
Demon’s Crest tem sido apontado como o candidato mais provável, já que o gênero Metroidvania está em alta e o jogo ainda tem mecânicas que se adaptam bem a padrões modernos.
Um remake de Dino Crisis seria lucrativo no Brasil?
Sim, o público brasileiro tem histórico de apoiar lançamentos de terror e sobrevivência, especialmente quando há suporte a português e preço acessível.
A Capcom costuma lançar remakes simultâneos para todas as regiões?
Normalmente, a empresa lança em mercados principais primeiro (EUA, Japão) e depois expande para a América Latina, mas a demanda de fãs pode acelerar esse processo.
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