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Call of Duty: Black Ops 1 e 2 recebem versões nativas para PS5

· · 5 min de leitura
Homem em casa, segurando um copo de água, com halteres ao lado e um controle PS5 na mesa, pronto para jogar e treinar
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Call of Duty: Black Ops 1 e 2 vão chegar ao PlayStation 5 em versões nativas, prometendo gráficos aprimorados e performance otimizada.

O que aconteceu?

A Activision confirmou oficialmente que os dois primeiros títulos da saga Black Ops, originalmente lançados para o PlayStation 3, receberão ports nativos para o PS5 e também para o PS4. A notícia surgiu a partir de listas de troféus recém‑publicadas nos servidores da Sony, que já exibiam as conquistas específicas para as novas plataformas. O anúncio foi reforçado por um comunicado da própria Activision, que detalhou a parceria com a desenvolvedora Iron Galaxy, responsável por adaptar o código‑fonte dos jogos à arquitetura do console de nova geração.

Como chegamos aqui?

Desde o lançamento de Call of Duty: Black Ops (2010) e Black Ops II (2012) no PS3, a comunidade sempre reclamou da falta de suporte oficial para consoles posteriores. Embora o recurso de retrocompatibilidade do PS5 permitisse rodar a versão de PS4 desses jogos, a experiência ficava aquém do potencial da nova geração. A decisão de criar builds nativas surge em um contexto onde a Activision tem investido pesado em remasterizações (como Modern Warfare Remastered) e em manter a franquia relevante entre os jogadores nostálgicos.

O desenvolvimento com a Iron Galaxy não é novidade; a empresa já trabalhou em ports de títulos como Borderlands: The Handsome Collection e Crash Team Racing Nitro‑Fueled. Seu know‑how em otimização de engines antigas para hardware moderno foi o fator decisivo para a Activision escolher a parceria, garantindo que os jogos não apenas rodem, mas aproveitem recursos como ray tracing, taxas de quadros estáveis em 60 fps e tempos de carregamento drasticamente reduzidos.

O que vem depois?

Com o lançamento previsto para julho, a expectativa é que ambas as versões cheguem simultaneamente ao PS5 e ao PS4, mas com diferenças técnicas claras. No PS5, os jogadores deverão notar:

  • Resolução nativa de 4K com suporte a HDR.
  • Taxa de quadros fixa em 60 fps, eliminando micro‑stutters.
  • Tempo de carregamento reduzido em até 80% graças ao SSD.
  • Possibilidade de usar o dualsense para feedback tátil avançado.

Já na versão para PS4, a experiência será similar à versão já disponível via retrocompatibilidade, porém com alguns patches de correção que já foram testados nos servidores da Sony. A Activision ainda não divulgou preço oficial, mas rumores apontam para algo em torno de US$40 por título, sem DLC incluído.

Do ponto de vista da comunidade, a chegada desses ports pode reacender discussões sobre a estratégia da Activision em relação ao catálogo legado. Enquanto alguns veem como um movimento de preservação cultural, outros argumentam que a empresa está apenas tentando gerar receita extra em cima de propriedades já consolidadas.

Vale a pena?

Para quem jogou Black Ops na época do PS3, a proposta de reviver a experiência com gráficos de nova geração é irresistível. O salto de performance, aliado ao suporte ao DualSense, oferece uma imersão que a versão original jamais poderia proporcionar. Por outro lado, jogadores que já possuem a versão de PS4 via retrocompatibilidade podem questionar se o investimento adicional compensa, especialmente se o preço ficar acima de US$30.

Em termos de custo‑benefício, a decisão dependerá do grau de nostalgia e da importância que o jogador dá a recursos como ray tracing e carregamento instantâneo. Se a prioridade for reviver a campanha com amigos em sessões de cooperação online, a versão nativa do PS5 garante menos atrasos e maior estabilidade, o que pode ser decisivo.

Onde isso pode dar?

O sucesso desses ports pode abrir caminho para que a Activision traga outros clássicos da série ao PS5, como World at War ou até mesmo a primeira edição de Call of Duty. Além disso, demonstra que a estratégia de “re‑launch” de títulos antigos ainda tem espaço no mercado, especialmente quando combinada com melhorias técnicas que realmente impactam a jogabilidade.

Se a recepção for positiva, poderemos ver um aumento nas vendas de edições físicas colecionáveis, já que a comunidade geek costuma valorizar lançamentos que unem nostalgia e tecnologia de ponta. Por outro lado, um fracasso comercial pode fazer a Activision repensar a viabilidade de futuros ports, focando mais em novos lançamentos da franquia.

O que falta saber

Até o momento, ainda não há confirmação oficial sobre:

  1. Data exata de lançamento (apenas o mês de julho foi mencionado).
  2. Preço final nas lojas digitais da Sony e da Activision.
  3. Se haverá algum pacote bundle com DLCs ou conteúdo extra.
  4. Detalhes sobre suporte ao modo multijogador online – se será mantido o mesmo matchmaking de 2020 ou haverá um novo sistema.

Essas informações deverão surgir nas próximas semanas, à medida que a Activision aproxime o lançamento ao público.

O veredito

Em resumo, a decisão da Activision de lançar versões nativas de Black Ops 1 e 2 para o PS5 é ousada e, ao mesmo tempo, estratégica. Os argumentos a favor são claros: performance de nova geração, potencial de reviver a comunidade e geração de receita adicional. Os contras incluem o risco de saturação de ports e a possibilidade de que o preço final não agrade ao público que já tem acesso via retrocompatibilidade.

Para os verdadeiros fãs da série, a resposta é quase automática: sim, vale a pena. Para o público mais casual, a balança ainda pende para a espera de mais detalhes antes de colocar a mão no bolso.

Perguntas frequentes

Os ports de Black Ops 1 e 2 para PS5 terão gráficos melhorados?
Sim, as versões nativas prometem resolução 4K, HDR e suporte a ray tracing, além de taxa de quadros fixa em 60 fps.
É necessário comprar a versão de PS4 para jogar no PS5?
Não. As versões nativas serão lançadas simultaneamente para PS5 e PS4, cada uma otimizada para seu hardware.
Quando será o lançamento oficial dos ports?
A Activision indicou que o lançamento ocorrerá em julho, mas a data exata ainda não foi confirmada.
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