Hackers invadiram Black Ops 2 na versão para PS5, forçando contas a atingir níveis de Prestige inalcançáveis e provocando falhas críticas; a Activision respondeu com um patch de emergência que restaura a jogabilidade.
O que aconteceu com as contas de Black Ops 2 no PS5?
Durante o último fim de semana, jogadores relataram que suas contas foram subitamente elevadas a níveis de Prestige que nem o próprio jogo permite. Essa manipulação fez o título travar, impedindo o acesso ao modo multijogador. A prática, conhecida como "bricking", deixa o usuário sem conseguir jogar e, em alguns casos, com mensagens de ban temporário.
Como os hackers conseguiram forçar o Prestige impossível?
Os ataques exploraram vulnerabilidades herdadas de versões anteriores do jogo, que ainda estavam presentes no port para PS5. Ao injetar códigos que alteram os parâmetros de progressão, os invasores conseguiram definir valores de experiência muito acima do limite máximo, desencadeando um overflow que força o cliente a fechar.
Qual foi a resposta da Activision?
Em menos de 48 horas, a Activision lançou um patch de emergência. O update corrige a falha que permitia a modificação dos valores de Prestige e inclui verificações adicionais para impedir que contas comprometidas voltem a ser afetadas. Além disso, a empresa prometeu monitorar ativamente a comunidade para detectar novas tentativas de invasão.
O patch resolve todos os problemas dos jogadores afetados?
Para a maioria dos usuários, o patch restaurou o acesso normal ao jogo. Contudo, quem teve a conta “brickeada” antes da atualização pode precisar de suporte adicional para reverter o estado corrompido. A Activision abriu um canal de suporte exclusivo para esses casos, mas ainda não há garantia de que todos os danos serão revertidos.
Por que os ports de Call of Duty para PS5 são alvos frequentes?
Os ports de Call of Duty têm sido extremamente lucrativos no console da sony, mas a pressa para lançar versões adaptadas de títulos antigos costuma deixar brechas de segurança. Essas vulnerabilidades são atrativas para hackers que buscam impacto imediato, já que a base de jogadores é grande e a comunidade costuma reagir rapidamente a incidentes.
O que os jogadores podem fazer para se proteger?
- Manter o jogo sempre atualizado: patches frequentes corrigem falhas antes que sejam exploradas.
- Evitar compartilhar credenciais: contas vinculadas a redes sociais ou serviços de terceiros são mais vulneráveis.
- Monitorar atividades suspeitas: mensagens de ban inesperadas ou mudanças abruptas de nível devem ser reportadas imediatamente.
Como a comunidade está reagindo ao incidente?
Fóruns e grupos de redes sociais registraram um aumento de discussões sobre segurança digital, com jogadores exigindo transparência da Activision. Enquanto alguns elogiam a rapidez do patch, outros questionam se a empresa fará auditorias mais profundas nos demais ports da franquia.
O que vem depois do patch de emergência?
A Activision promete continuar monitorando a situação e lançar atualizações adicionais, se necessário. A empresa também indicou que está revisando o código de todos os ports de Call of Duty para PS5, visando eliminar vulnerabilidades semelhantes antes que novos exploits surjam.
Vale a pena continuar jogando Black Ops 2 no PS5?
Com o patch aplicado, a experiência volta ao normal para a maioria dos usuários. Contudo, jogadores mais cautelosos podem preferir aguardar novas atualizações de segurança antes de retomar o multijogador. O título ainda oferece conteúdo robusto e uma comunidade ativa, mas a questão de segurança permanece em evidência.
Para ficar no radar
Fique atento aos anúncios oficiais da Activision nas redes sociais e nos fóruns da comunidade. Atualizações de segurança costumam ser divulgadas com pouca antecedência, e quem não atualizar o jogo corre risco de ser novamente alvo de exploits. Manter boas práticas de segurança digital é a melhor defesa contra futuros incidentes.


