CEO da KADOKAWA Enfatiza Abordagem Prioritária ao Japão nas Histórias – ‘Você Pode Criar Obras Mais Únicas Não Comercializando com a Mentalidade de ‘Vamos Fazer um Mangá Que Venda Globalmente.”
A Nikkei entrevistou o CEO e Presidente da KADOKAWA, Takeshi Natsuno, sobre a expansão no exterior e o potencial global do conteúdo japonês. Ele elogiou a diversidade do país em contar histórias, mesmo para os padrões globais, e as várias saídas para descobrir novos criadores.
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Ele acrescentou: “Se você criar conteúdo que venda no Japão, ele venderá no exterior. Você pode criar obras mais únicas não comercializando com a mentalidade de ‘Vamos fazer um mangá que venda [globalmente]’. É necessário criar uma ampla variedade de propriedade intelectual sem comprometer a qualidade.“
Suas palavras seguem as de Hideaki Anno, de Evangelion, que disse que são os fãs estrangeiros que devem se adaptar às obras japonesas, elogiando o poder que uma abordagem exclusivamente japonesa tem; o diretor de Sword Art Online, Tomohiko Ito, disse esta semana que estar muito consciente do apelo global pode levar ao fracasso, acrescentando que a percepção japonesa do que é apreciado no exterior provavelmente difere do que realmente é popular no exterior (via Daily Shincho). Em essência, o Japão deve se ater ao que conhece.
Apesar dos comentários mais recentes de Natsuno, o diretor de anime da KADOKAWA, Daijo Kudo, disse em agosto de 2025 que a empresa precisava produzir anime com temas também apreciados pelo público ocidental. Vários produtores de anime procuraram encontrar um equilíbrio — incorporando temas apreciados no exterior ou adaptando obras originais estrangeiras, mas através das lentes de contadores de histórias japoneses.
Você pode conferir a entrevista completa abaixo, onde Natsuno discute a importância de as empresas japonesas entrarem no ringue no exterior, citando royalties baixos de licenciados; a necessidade de diminuir as taxas de devolução de livrarias; e mais sobre a estratégia global da KADOKAWA.







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